José Pacheco Pereira

Presente em Brincar com o Fogo

José Pacheco Pereira nasceu no Porto, em 1949. Participou na luta contra a ditadura antes do 25 de Abril. Foi professor de vários graus de ensino. Foi deputado na Assembleia da República e no Parlamento Europeu, e dirigente do PSD. Publicou mais de uma dezena de livros sobre História e Política. Colabora regularmente na imprensa escrita, na rádio e na televisão. É autor dos blogues Abrupto, Estudos sobre o Comunismo e Ephemera. Dedica-se desde há muito à preservação de livros, periódicos, documentos e objetos ligados à memória da história contemporânea portuguesa. Criou e mantém o Arquivo / Biblioteca Ephemera, o maior arquivo privado português.

JP Simões

Presente em Gente ao Domingo

JP Simões nasceu em Coimbra. Vive em Lisboa. Estudou Comunicação Social, Direito da Comunicação, Escrita de Argumento, História do Teatro, Saxofone, língua Árabe e é mestre em Teoria da Literatura pela Universidade de Lisboa. É cantor, compositor e letrista, com bastante e diversa música editada. Escreveu para teatro e cinema e é ocasionalmente actor, como toda a gente. Publicou um livro de contos e um dos libretos das duas óperas que já produziu. Ganhou alguns prémios, mas o importante é participar.

Pedro Mexia

Presente em Os Domingos

Nasci em Lisboa, em 1972, tirei o curso errado e escrevo nos jornais (crítica literária e crónicas) desde 1998, no Expresso desde 2011. Sou um dos irrevogáveis ministros do programa anteriormente conhecido como Governo Sombra (SIC-N). Exerci em duas ocasiões funções públicas na área da cultura, primeiro na Rua Barata Salgueiro e depois na Calçada da Ajuda. Na Tinta-da-China publiquei dezena e meia de livros de crónicas, colectâneas de poemas e volumes de diário, géneros de pujante sucesso comercial. Coordeno uma colecção de poesia, na mesma editora, e, do lado português, a edição em língua portuguesa da revista Granta. Sou pessimista porque não tenho alternativa.

Rodrigo Areias

Rodrigo Areias licenciou-se em Som e Imagem na Escola das Artes (Universidade Católica) com a especialização em Imagem. Tem desenvolvido ao longo da sua carreira trabalhos criativos na área de cinema de autor em ficção e documentário, alternando com outros trabalhos em domínios de video-arte e vídeo clips. Como produtor começou a sua carreira em 2001 e desde então produziu e co-produziu mais de 70 curtas, longas, vídeos e documentários. Produziu autores de renome como Edgar Pêra, João Canijo e F. J. Ossang, bem como jovens realizadores como André Gil Mata, João Rodrigues e Jorge Quintela.

Dario Oliveira

Dario Oliveira é atualmente o diretor do Porto/Post/Doc. Tem uma longa carreira dedicada à programação de cinema: fundou o Curtas Vila do Conde e foi membro da sua direção mais de duas décadas; foi programador da área de cinema do Porto 2001 - Capital Europeia da Cultura. Foi ainda responsável pelo Estaleiro/Campus, um programa dedicado à produção de filmes em ligação com as escolas de cinema do Norte, juntando equipas de estudantes com realizadores consagrados (como Thom Andersen, João Canijo, ou João Pedro Rodrigues & João Rui Guerra da Mata).

Paulo Mendes

Artista plástico de formação, comissário de exposições e produtor de projectos culturais. Fundador e membro da direcção da Plano Geométrico, associação cultural. Apresenta o seu trabalho individualmente e em colectivo desde o início da década de 90, tendo participado e comissariado numerosas exposições, independentes e institucionais. O seu trabalho caracteriza-se pela contaminação entre as várias disciplinas – o cinema, o design, a arquitectura, a música, o teatro a dança –, e pela diversidade de meios de suporte que cada projecto determina – a pintura, o desenho, a fotografia, o vídeo, a instalação e a performance.

Nuno Sena

Licenciado em Comunicação Social na Universidade Nova de Lisboa. Foi Director e Programador do Indie Lisboa de 2004 a 2019 e do Doc Lisboa entre 2004 e 2006. Foi programador da Cinemateca Portuguesa entre 1998 e 2003, funções a que regressou posteriormente, sendo que assumiu em 2024 o cargo de sub-director da Cinemateca. Foi docente nas áreas de história e curadoria de Cinema no Politécnico de Leiria.

Fernando José Pereira

Presente em Aniki Bóbó

Licenciou-se em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP) e doutorou-se em Belas Artes na Faculdade de Belas Artes de Pontevedra (Espanha). É docente na (FBAUP) e investigador. Expõe regularmente em galerias e em instituições museológicas nacionais e internacionais. É membro do coletivo de música eletrónica experimental Haarvöl. Realizou vários projectos de vídeo, alguns deles em parceria com Rui Manuel Vieira, com passagens pelo Close-up.

Clara Rowland

Clara Rowland é Professora Catedrática no Departamento de Estudos Portugueses da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (UNL). Foi Pró-Reitora para Cultura da UNL entre Outubro de 2022 e Outubro de 2025. Desenvolve o seu trabalho nas áreas da Literatura Brasileira, da Literatura Comparada e dos Estudos Interartes. Entre 2012 e 2016 foi coordenadora do projeto FCT Falso Movimento – estudos sobre escrita e cinema e entre 2023 e 2025 coordenou, com José Bértolo, o Projecto GHOST - Espectralidade na Literatura e nas Artes. Publicou os livros A Forma do Meio. Livro e Narração na obra de João Guimarães Rosa (2011) e A Língua dos Filhos: ensaios e Desconhecido na morada: a carta no cinema (2024).

Paulo Maria Rodrigues

Presente em Ursonâncias

Paulo Maria Rodrigues obteve um PhD em Applied Genetics, estudou ópera no Post-Grad Opera Course da Royal Academy of Music e composição com Rolf Gehlhaar, em Londres. Entre 2006 e 2010 foi o Coordenador do Serviço Educativo da Casa da Música, Porto. Participou como músico e dirigiu vários projetos artísticos interdisciplinares e comunitários. Foi Professor na Escola das Artes da Universidade Católica e Advanced Research Associate at the Planetary Collegium. É Professor no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro. É um dos directores da Companhia de Música Teatral.

Carlos Nogueira

Presente em Uma Vida Difícil

Depois de um percurso profissional variado, com passagens pela docência de História, nos últimos anos passou a dedicar-se exclusivamente à cinefilia. Entre as suas atividades contam-se a edição de O Cinéfilo Invertebrado, blog dedicado à cobertura de alguns festivais de cinema, a colaboração no suplemento Ípsilon do jornal Público e a curadoria. Participou no projeto Próximo Futuro organizado pela Fundação Gulbenkian e programou a Mostra de Cinema Ibero-americano no âmbito da iniciativa Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017, assim como o ciclo Outsiders – Cinema Independente Americano.

Jorge Pereira

Presente em Lavagante

Formado em Geografia, começou a escrever sobre cinema para diversas publicações na Internet em 1995, tendo fundado o site C7nema em 2002, no qual permanece editor-chefe. Para além da escrita, teve ainda programas ligados à música e ao cinema. Colaborou na programação do FEST – Espinho entre 2012 e 2014, função que voltou a assumir em 2016. Tem feito cobertura de festivais de cinema e sido moderador em debates e conferências sobre o futuro do cinema, em temas como a tecnologia Blockchain, Virtual Production, Janelas de Exibição e AI aplicada ao cinema.

José Vieira Mendes

Jornalista, crítico e programador de cinema. Fotógrafo por intuição. Licenciado em Comunicação Social e pós-graduado em Produção de Televisão pelo ISCSP – Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa. Foi director-fundador da PREMIERE (revista de cinema). Realizou e continua a fazer reportagens escritas e fotográficas sobre festivais de cinema e rodagens de filmes. É comentador e crítico em programas de televisão sobre cinema, primeiro na TVI e de há uns anos para cá na RTP.

Club Makumba

Presente em Zombie

Os Club Makumba continuam a seduzir territórios por onde passam, numa viagem musical a quebrar barreiras pelos quatro cantos do globo. Com o segundo longa-duração Sulitânia Beat (2024), nomeado em diversas listas como um dos melhores discos de 2024, a banda passou por grandes festivais como o NOS ALIVE, FMM - Sines, Festival F, Festival Med, Bons Sons, e internacionalmente pelo Eurosonic (Países Baixos), Das Fest (Alemanha), Jazz Sous Les Pommiers (França), BIME (Bilbao - Espanha), entre outros.

André Guiomar

Presente em Masterclasse, Grito e Ku Handza

André Guiomar estudou Cinema e Audiovisual na UCP-Porto e é sócio-fundador da produtora Olhar de Ulisses. Em 2023, estreou “Espinho” em co-realização com Mya Kaplan, na Quinzena dos Cineastas do Festival de Cannes. Em 2022, tornou-se um Berlinale Talents e co-realizou “Saturno” com Luís Costa. A sua primeira longa-metragem documental “A Nossa Terra, o Nosso Altar” (2020) teve estreia mundial no Sheffield Doc/Fest e distribuição em sala de 10 semanas. Realizou também a curta-documental “Pele de Luz” vencedora do Prémio do Júri do Doclisboa e “Píton”, vencedora de vários prémios internacionais. Nos últimos quatro anos, produziu vários filmes com estreias em festivais internacionais como Berlinale, Cairo IFF, Zinebi, Go Shorts, Viena Shorts, com distribuição em sala. Em Junho estreou em sala o documentário “Ku Handza”, que também integra o programa do Close-up.

Katia Cordas

Katia Cordas é investigadora e colaboradora convidada na Escola das Artes da UCP (Porto), onde trabalha e leciona desde 2019, contribuindo para o desenvolvimento do Mestrado em Animação. Colabora com a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema como coordenadora-assistente do CinEd, um projeto europeu de educação cinematográfica. As suas áreas de especialização incluem Estudos da Cultura, a Literacia Visual, os projetos europeus de educação cinematográfica e os Estudos de Cinema.

Paulo Fernandes

Paulo Fernandes é professor do ensino básico e secundário, formador de professores e autor de manuais escolares, com mestrado em Educação em Artes Visuais. Desde 2001, realizou dezenas de filmes de animação em diversos contextos educativos. Integrou a comissão organizadora do CINANIMA – Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho em 2010 e é atualmente responsável pelo projeto FRAME – Ver, Pensar e Fazer Cinema, cofinanciado pelo ICA – Instituto do Cinema de Audiovisual, no âmbito do programa de apoio à formação de públicos nas escolas.

Samuel Silva

Presente em Grito e Ku Handza

Samuel Silva é jornalista, autor, e dirigente da Capivara Azul - Associação Cultural. É também editor da revista digital sobre cinema "Enquadramento" (edição do Cineclube de Guimarães). Como programador tem desenvolvido a sua actividade no Shortcutz Guimarães (cinema), EGO (música alternativa), Terra (músicas do mundo) e O Ócio Ocupa (programação interdisciplinar). No âmbito da Braga 25, foi Coordenador do Projeto "Extremo", um festival que pretendeu diluir os limites entre os municípios de Braga e Guimarães, entre géneros artísticos, e entre arte e natureza.

Luís Costa

Presente em Grito e Ku Handza

Luís Costa licenciou-se em Som e Imagem, na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. As suas curtas-metragens estiveram presentes em vários festivais nacionais e internacionais. Tem também desenvolvido projectos paralelos de fotografia e videoclips, entre outros. É co-fundador e realizador do projecto Pinehouse Concerts. Fundou a Olhar de Ulisses na qual desenvolve vários projectos em diferentes cargos, desde a produção até à escrita de argumento. Realizou as curtas O Homem Eterno (2017), O Nosso Reino (2020), Saturno (2022) e Grito (2024).

Mário Macedo

Mário Macedo nasceu e cresceu em Joane, uma vila no Minho. Os seus filmes têm sido selecionados para diversos festivais, como o Festival de Cannes, Cairo IFF, Doclisboa IFF, Sarajevo Film Festival, Mostra São Paulo IFF, Clermont-Ferrand IFF e foi galardoado com o Grande Prémio e o Prémio da Academia Europeia de Cinema no Curtas Vila do Conde 2024, o Prémio de Melhor Realizador no Curtas Vila do Conde 2021 e obteve ainda o Grande Prémio Nacional no FEST Novos Realizadores/Novos Filmes 2017. Publicou com a Lebop (PT) e Editions Loco (FR), juntamente com Olhar de Ulisses, o seu primeiro fotolivro 'Running Away Into You', que estreou no Rencontre d'Arles em 2024.

Carlos Lobo

Carlos Lobo é fotógrafo, músico, investigador e programador na área da Fotografia. Professor na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, é investigador do CITAR. Doutor em Ciência e Tecnologia das Artes pela Universidade Católica Portuguesa. É, desde 2018, o coordenador do Mestrado de Fotografia na Escola das Artes. Tem já várias monografias editadas, estando o seu trabalho representado em inúmeras e prestigiadas coleções nacionais e internacionais de fotografia. Aos Dezasseis foi a sua primeira curta-metragem de ficção, da qual foi argumentista e realizador.

Margarida de Assis

Margarida de Assis é cineclubista, estudante profissional, estudiosa q.b., escritora amadora, e tem o rabo virado para a lua: no Cine Clube de Viseu, anda, desde os quinze anos, a observar e aprender o que é mostrar cinema e falar sobre ele; em 2022 realizou Deus-e-meio, uma curta documental, com a Olhar de Ulisses, que lhe tem dado várias oportunidades para viver o cinema a ser feito; no âmbito do seu doutoramento, pela Universidade de Columbia, está a escrever uma tese sobre o modo como a tradução de teatro, em Portugal, reflecte a condição periférica do país em relação à Europa de Primeira.

Susana Bessa

Licenciada em cinema e audiovisual e mestre em estudos fílmicos e filosofia, resultado de um adorável acordo inter-universidades pré-Brexit onde partiu o seu tempo entre as aulas sobre Leibniz e sentimento na King’s College ao lado do Thames e o submundo avant-garde interdisciplinar da Goldsmiths College em New Cross, é uma crítica de cinema e jornalista. Aluna dos Berlinale Talents, já escreveu para o Público, Novo, European Film Academy, Mubi Notebook, Senses of Cinema, entre outros. Escreve sobre tudo um pouco no À Pala de Walsh - de Helke Sander a Herbert Ross. Descobriu-se verdadeiramente no cinema quando viu News from Home de Chantal Akerman, tem uma paixão particular pelo cinema norte-americano feito nos anos 70 e estuda o aborrecimento enquanto instrumento e arma estéticas.

André Simão

Presente em As Virgens Suicidas

André Simão completou o conservatório de guitarra clássica e aos 17 anos formou a primeira banda, The Astonishing Urbana Fall, um projecto que cresceu mais do que o esperado. Depois de um interregno e de um período de maior dedicação à arquitectura, a música voltou a surgir na sua trajectória e a assumir uma dimensão profissional. La la la ressonance foi a banda que se seguiu. Mais tarde surgiram os Dear Telephone e as colaborações com muitas outras bandas e artistas. Hoje o André Simão divide-se entre os Sensible Soccers, os Dear Telephone e os Evols, sempre em conciliação com a arquitectura.

Júlio Alves

Júlio Alves é realizador. A sua filmografia divide-se entre ficção, documental e experimental. Da sua filmografia mais recente destacam-se Diálogo de Sombras (2021), Arte de Morrer Longe (2020), Chantal + Pedro (2020), Sacavém (2019) e Não Desviar o Olhar (2026), que mostraremos no Close-up. Todos os seus filmes tiveram estreia nacional e internacional. Realizou ainda filmes publicitários em diferentes mercados europeus. Doutorado em Ciências da Comunicação e mestre em Estudos Cinematográficos, é docente da Universidade Lusófona nas licenciaturas de Cinema e Artes dos Media e Fotografia, e no mestrado Estudos Cinematográficos. É também membro do Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT).

Ricardo Vieira Lisboa

Ricardo Vieira Lisboa é programador e crítico de cinema. Trabalha na Cinemateca Portuguesa. Integra a equipa do IndieLisboa, desde 2013, e do Porto/Post/Doc, desde 2021. Possui um mestrado pela Escola Superior de Teatro e Cinema e é co-fundador do sítio À Pala de Walsh. Co-editou O Cinema Não Morreu e escreveu A Gulbenkian e o Cinema Português II, a partir do ciclo por si programado. Escreve para diferentes publicações e realiza vídeo-ensaios.

Luís Mendonça

Luís Mendonça é doutorado em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH/NOVA). Deu aulas no âmbito de Cursos Livres da FCSH/NOVA concebidos por si em colaboração com colegas da área do cinema e da fotografia. Escreveu vários artigos e participou em inúmeros colóquios sobre cinema, fotografia e filosofia da imagem. Organizou ciclos de cinema e debates. Realizou vídeos, ensaios audiovisuais e a curta-metragem Lugar/Vazio (2010). Publicou em 2017 dois livros de cinema, um baseado na sua tese de doutoramento, intitulado Fotografia e Cinema Moderno: Os Cineastas Amadores do Pós-guerra (Edições Colibri), e outro, co-editado por si com Carlos Natálio e Ricardo Vieira Lisboa, intitulado O Cinema Não Morreu: Crítica e Cinefilia À pala de Walsh (Linha de Sombra). Este livro resultou do trabalho de mais de cinco anos de edição do site por si co-fundado À pala de Walsh.

Vasco Câmara

Vasco Câmara foi editor do suplemento cultural Ípsilon do jornal PÚBLICO, de 2007 a 2023, integrando a equipa de críticos de cinema do jornal, de que é enviado especial nos Festivais de Cannes e de Veneza. Autor do texto “O Cinema Acossado”, que abriu o catálogo “Cinema Português Anos 90” dedicado à retrospectiva organizada no Rio de Janeiro, Brasil, entre 1 e 13 de Novembro de 1994. Autor de “O Homem da Câmara de Filmar”, texto incluído na monografia dedicada ao documentarista norte-americano Ross McElwee no âmbito do ciclo organizado pelo DocLisboa 2005. Leccionou Jornalismo Cultural no Mestrado de Jornalismo da Universidade Nova de Lisboa.

Samuel Úria

Nascido no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Samuel Úria leva para os palcos o blues do Delta do Dão. De lenda rural para lenda urbana, tudo está certo: meio homem meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole. Com uma proveniência marcada pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética low-fi, Samuel Úria tem ganho notoriedade desde 2008. Da sua discografia “oficial” em nome próprio, para além do trabalho publicado no final de 2024, “2000 A.D.”, constam quatro LP e dois EP.